Este espaço comunicativo foi pensado com o propósito de facultar a todos os interessados um conjunto de reflexões e recursos didácticos relativos ao ensino das disciplinas de Filosofia e Psicologia, acrescentado com alguns comentários do autor.

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Quinta-feira, 5 de Outubro de 2017

5 de Outubro - DIA MUNDIAL DO PROFESSOR

 

Dia do Professor.jpg

 

 

Precisamente na data em que se comemora o Dia Mundial do Professor, avista-se mais uma greve "parcial" de professores a partir de 2 de Novembro.

Ora, este é seguramente o resultado/consequência de censuráveis polí­ticas que conduziram ao estado (motivação, estatuto, conjuntura...) em que se encontra hoje a classe docente e a escola pública.

 

Chegamos todos aqui (em grande parte por culpa própria), porque a escola e o exercí­cio da profissão deixou de ser "livre"; a polí­tica educativa nacional e a escola estão hoje prisioneiras de pseudoelites que se julgam insubstituíveis nos seus cargos e professam um pensamento único desencorajador do mais alto valor humano: a liberdade. O docente é hoje cada vez mais um "Yes Men", um ser destituí­do de pensamento próprio, um vulgar colaborador de uma instituição (burocrata) que em muitos casos já perdeu o norte do seu trilho...

 

Nesta medida, poucos são aqueles também a quem poderemos ainda chamar de verdadeiros "mestres", génios, referências ou bússolas para os alunos, pois a carga burocrática preenche-lhes hoje todo o seu pensamento e tempo, e afasta-os quase por completo da verdadeira e nobre vocação que outrora abraçaram: o despertar nas mentes dos seus aprendizes as novas ideias que povoarão o mundo de amanhã! O que nos é solicitado é que cumpramos os preceitos/normas estabelecidos(as), que respeitemos a regra, que abracemos os modelos já (mais que) testados e que sigamos as orientações daqueles que são os lí­deres.

 

Por outras palavras, a "essência" do que é ser professor sofreu um persevero e duradouro ataque nos últimos anos, ao qual é preciso subsistir e responder, pois, como bem lembra José Luí­s Peixoto, "um ataque contra os professores é  sempre um ataque contra nós próprios, contra o nosso futuro. Resistindo, os professores, pela sua prática, são os guardiões da esperança. Vemo-los a dar forma e sentido à esperança de crianças e de jovens, aceitamos essa evidência, mas falhamos perceber que são também eles que mantém viva a esperança de que todos necessitamos para existir, para respirar, para estarmos vivos. Ai da sociedade que perdeu a esperança. Quem não tem esperança não está vivo. Mesmo que ainda respire, já morreu". 

 

Miguel Alexandre Palma Costa


rotasfilosoficas às 13:35

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