Este espaço comunicativo foi pensado com o propósito de facultar a todos os interessados um conjunto de reflexões e recursos didácticos relativos ao ensino das disciplinas de Filosofia e Psicologia, acrescentado com alguns comentários do autor.

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Sábado, 9 de Fevereiro de 2008

O amor é cego... Porquê? (Explicação fabulesca)

 
 
Convite da Loucura:
 
A Loucura resolveu convidar os amigos para tomar um café em sua casa. Todos os convidados foram. Após o café, a loucura propôs:
- Vamos brincar de esconde-esconde?
- Esconde-esconde? O que é isso? - Perguntou a Curiosidade.
-  Esconde-esconde é uma brincadeira. Eu conto até cem e vocês escondem-se. Quando eu acabar de contar, vou procurar-vos e o primeiro a ser encontrado será o próximo a contar.
Todos aceitaram, menos o Medo e a Preguiça.
- 1,2,3, ...- a Loucura começou a contar.
 
A Pressa escondeu-se primeiro num lugar qualquer. A Timidez, tímida como sempre, escondeu-se na copa de uma árvore. A Alegria correu para o meio do jardim. Já a Tristeza começou a chorar, pois não encontrava um local apropriado para se esconder. A Inveja acompanhou o Triunfo e escondeu-se perto dele, debaixo de uma pedra. A Loucura continuava a contar e os seus amigos iam-se escondendo. O Desespero ficou desesperado ao ver que a Loucura já estava no número noventa e nove.
- CEM! - Gritou a Loucura - Vou começar a procurar.
A primeira a aparecer foi a Curiosidade, já que não aguentava mais, queria saber quem seria o próximo a contar. Ao olhar para o lado, a Loucura viu a Dúvida em cima de uma cerca sem saber em qual dos lados ficava. E assim foram aparecendo a Alegria, a Tristeza, a Timidez...
Quando estavam todos reunidos a Curiosidade perguntou:
- Onde está o Amor?
Ninguém o tinha visto. A Loucura começou a procurá-lo. Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedras e o Amor não aparecia.
Procurando por todos os lados, a Loucura viu uma roseira, pegou num pauzinho começou a procurar por entre os galhos, quando de repente, ouviu um grito. Era o Amor, gritando por ter furado o olho com um espinho. A Loucura não sabia o que fazer. Pediu desculpas, implorou pelo perdão do Amor e até prometeu segui-lo para sempre.
O Amor aceitou as desculpas.
 
Hoje, o Amor é cego e a Loucura acompanha-o sempre...
 
(Texto recolhido pelas alunas do 12ºA, E.B.S. Santa Cruz, 2007-08)
 
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rotasfilosoficas às 16:23

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