Este espaço comunicativo foi pensado com o propósito de facultar a todos os interessados um conjunto de reflexões e recursos didácticos relativos ao ensino das disciplinas de Filosofia e Psicologia, acrescentado com alguns comentários do autor.

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Terça-feira, 15 de Dezembro de 2009

Aquecimento Global: Reflexões...

«O aquecimento do planeta é uma arma de destruição maciça, «pelo menos tão perigosa como as armas químicas, nucleares ou biológicas». A ideia é defendida pelo antigo presidente do Instituto Britânico de Meteorologia, hoje citado no «The Guardian».
 
TSF 28 de Julho 03
 
«Só em Maio, 562 tornados atingiram os Estados Unidos, matando 41 pessoas», defende John Houghton, antigo presidente do Instituto Britânico de Meteorologia, num artigo hoje publicado no «The guardian».
«Mas são os países em desenvolvimento» os mais atingidos, continua o também ex-vice presidente do grupo de trabalho nomeado pela ONU para reflectir sobre os efeitos das mudanças climáticas.
Sir Houghton exemplifica a sua tese com a vaga de calor que atingiu a Índia, este antes da época das monções: «Quando esta vaga de calor assassino começou a baixar já tinha morto 1.500 pessoas, ou seja, metade das vítimas dos ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001 em Nova Iorque».
Tal como o terrorismo, o aquecimento climático induzido pelo Homem «não conhece fronteiras. Pode atacar em qualquer lado, de qualquer forma – uma vaga de calor num local, uma seca, uma cheia ou uma tempestade noutro», acrescenta.
O cientista diz ainda que nem sequer se trata de um problema para o futuro. «A década de 90 foi provavelmente a mais quente dos últimos mil anos e 1998 foi o ano mais quente. O aquecimento global já está entre nós» – escreve.»
 
 
A Poluição, o Protocolo de Kyoto e o incumprimento do PEC
 
«A NASA tornou públicas várias imagens em «http://www.gsfc.nasa.gov/gsfc/earth/terra/co.htm» onde podemos observar o movimento da poluição e dos contaminantes atmosféricos no nosso planeta.
Através destes dados experimentais encontramos que a poluição atmosférica atravessa Continentes e transpõe os Oceanos, tornando-se num fenómeno Global que atinge, em maior ou menor grau, todos os Países do Mundo mas com especial incidência nos países do Hemisfério Norte.
As imagens por satélite da poluição atmosférica não são exclusivas dos Estados Unidos, também a União Europeia com o projecto EUROTRAC-2 «http://www.gsf.de/eurotrac/» segue atentamente o movimento das nuvens poluidoras que são geradas num determinado País e afectam, primordialmente, todos os países da região circundante. Realcemos que neste projecto Europeu de importância Mundial participa a Universidade de Aveiro pelo Departamento de Ambiente e Ordenamento.
Uma das conclusões destes programas de investigação foi que a principal causa responsável pela emissão dos poluentes mais distribuídos na atmosfera é a grande afluência de tráfego e as condições de condução nas cidades. Logo um dos resultados mais conhecidos do projecto EUROTRAC-2 é o gráfico da distribuição da poluição do NO2 (ou dióxido de azoto). Este gás é o precursor da maioria dos ciclos oxidantes que ocorrem na atmosfera. O dióxido de azoto resulta essencialmente da oxidação do óxido de azoto emitido pelos escapes dos automóveis e desempenha um papel importante na formação de oxidantes fotoquímicos como o ozono. Estes dois poluentes provocam um efeito nefasto na saúde pública e nos ecossistemas a partir de determinadas concentrações que são, infelizmente, frequentes na Europa Central.
Por outro lado nestes últimos dias os Meios de Comunicação confirmaram que a Rússia não vai assinar o Protocolo de Quioto (ou «Kyoto») juntando-se a outros países do Terceiro Mundo (Como a China e a Índia) que não são obrigados a cumprir este Protocolo. Pela sua vez o maior poluidor do Mundo, os Estados Unidos da América, já tinha anunciado que não cumprirá este Protocolo de Kyoto que pretende reduzir a poluição atmosférica Global.
Assim, somente a União Europeia e o Japão ficam para cumprir este Protocolo que vai beneficiar toda a Humanidade e todo o Ecossistema Mundial. Mas dentro da União Europeia encontramos críticas e análises alarmantes pelo facto de serem os países Europeus da Bacia do Mediterrâneo (e estes liderados pela Espanha) os que prevêem ter os maiores custos económicos associados ao cumprimento do Protocolo de Kyoto. Custos estes que já estão estimados na ordem de 1 a 5% do Orçamento anual dos respectivos Estados.
Por outro lado, estes países europeus depois de verem como foi incumprido o Pacto de Estabilidade na zona EURO pela França e pela Alemanha não vão querer ser eles a pagar à União Europeia, nem aos países do centro e norte de Europa, qualquer incumprimento no Protocolo de Kyoto.
O próprio governo da Alemanha depois de ultrapassar o Pacto de Estabilidade (e que foi originalmente proposto por ele) está a sentir dificuldades para reduzir a poluição atmosférica até os valores máximos determinados no Protocolo de Kyoto devido, em parte, ao fecho programado das Centrais Nucleares.
Podemos concluir que a poluição atmosférica é um problema Global que deveria ser resolvidos por consenso mundial. Mas na dita «Real Politik» os consensos Mundiais não existem a não ser em situações dramáticas e no limite do humanamente aceitável.»
 

Manuel Peres Alonso 12-12-2003 Lusomundo


rotasfilosoficas às 11:17

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