Este espaço comunicativo foi pensado com o propósito de facultar a todos os interessados um conjunto de reflexões e recursos didácticos relativos ao ensino das disciplinas de Filosofia e Psicologia, acrescentado com alguns comentários do autor.

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Sexta-feira, 4 de Abril de 2008

Episódio 3: Armas nas escolas

O episódio de ontem da telenovela portuguesa “Violência nas Escolas”, surpreendeu-nos com mais um acontecimento que despertou, penso eu, a atenção de todos os telespectadores que a ele assistiram: a personagem Pinto Monteiro, “representando” o cargo de procurador-geral da República, à saída de uma importante reunião com Cavaco Silva (outro “actor” político), revelou que há alunos em Portugal que levam para as escolas – e salas de aula – armas de fogo, ou melhor “pistolas de 6,35 e 9 mm… para não falar de facas, que essas são às centenas!” Mas, a surpresa não se ficou por aqui: ao que parece, por vezes são mesmo os pais que dizem aos filhos para levarem a sua pistola para a escola para se defenderem. Estranho, não!?
Ora, se à duas semanas assistimos a uma filmagem em que a violência na escola era “apenas” verbal e mostrava algum contacto físico entre a aluna e a professora, não será de espantar que a breve prazo alguém se lembre de produzir um vídeo um pouco à maneira daquilo que se faz por terras do Tio Sam, e que abrem os noticiários um pouco por todo o mundo. (Que ninguém nos oiça agora, pois ainda nos acusariam de fomentar aquilo que só já falta acontecer ou de sermos alarmistas, entre outras coisas.) 

Ao que parece, a personagem Maria de Lurdes Rodrigues, já hoje, e dando sequência ao episódio, veio dizer que os casos relatados por Pinto Monteiro foram já divulgados pelo Ministério da Educação e há muitos meses e “reportam-se ao ano lectivo anterior”, pelo que ainda “não há dados sobre este ano lectivo” (e eram “armas a fingir” e alguns levaram as “espingardas do pai, que é caçador"). O ideal, Sr.ª ministra, era que nem houvesse!
Já o ditado popular diz: de nada nos serve chorarmos sobre leite derramado, e, portanto, o trabalho não deve ser feito a jusante mas sim a montante, isto é, de nada serve contarmos o número casos e os rotularmos de "esporádicos ou insignificantes"; o que deveríamos estar a fazer era implementar medidas que impossibilitassem o aparecimento de um único caso. Por outras palavras, prevenir deve ser a palavra de ordem, remediar nunca. Esconder, “jamais”! (Leia com sotaque francês para lembrar o outro actor político, o Sr. Engenheiro Mário Lino, nosso ministro das Obras Públicas que está inscrito na Ordem dos Engenheiros.)

rotasfilosoficas às 19:17

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